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Vitamina B6 e aplicabilidades Clínicas

Vitamina B6 é um nome genérico para um grupo de 6 compostos, nos quais 2 se descantam:  Piridoxal – 5 – Fosfato (PLP) e Piridoxamina – 5- Fosfato, substancias biologicamente ativas em nosso organismo. 
A forma ativa da vitamina B6 está relacionada ao metabolismo de aminoácidos, carboidratos, lipídios e neurotransmissoras, atuando como cofator enzimático em mais de 140 enzimas, cooperando em reações de transaminação, descarbonização, oxirredução entre outras.  
Dentre suas principais funções estão: Síntese e metabolização de neurotransmissores (serotonina, dopamina, norepinefrina e GABA), desenvolvimento cognitivo, função Imunológica e antioxidante.  
Encontramos esta vitamina em diversos alimentos e com uma alta taxa de absorção, principalmente no duodeno, além disso bactérias do intestino grosso podem produzir até 86% de nossa necessidade diária, o que torna difícil o desenvolvimento de uma deficiência. Algumas formas de cozimento e armazenamento pode facilitar a eliminação desta vitamina e diminuir nossa ingestão. Fatores como: Fumo, álcool e alguns medicamentos principalmente o contraceptivo estão relacionados com o decréscimo na concentração desta vitamina no sangue. 
Ingestão inadequada e/ou a diminuição no sangue pode trazer sintomas e/ou afetar o metabolismo de Aminoácidos, Hormônios não esteroides e trazer alguns sintomas clínicos um pouco desconfortáveis, podendo até aumentar a deposito renal de oxalato de cálcio. 
Na área Clínica está claro a necessidade aumentada desta vitamina em algumas condições, como: diabetes, autismo, vários polimorfismos, TPM, síndrome do túnel do carpo e doenças cardiovasculares.  
Não é indicado a suplementação desta vitamina sem o acompanhamento de um nutricionista, pois altas doses apresentam efeito neurotóxico prejudicando sua saúde. Procure um nutricionista e veja qual é a sua real necessidade.